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Livros e Artigos editados e/ou apresentados pelo NEPML
 

 

11.08.2007

 

Título: O Tomaz das Quingostas. 

Autor: José Alfredo Cerdeira

Editor: José Alfredo Cerdeira

Impressão:

Data: 11 de Agosto 2007

 Nº Folhas: 269

14.08.2005

 

Título: O Pegureiro e o Lobo. 

AutorManuel Domingues 

Editor: NEPML dos montes Laboreiro

Impressão:

Data: 15 de Agosto 2005

 Nº Folhas:

 

13.08.05

 IMAGEM DO LIVRO

Título: Obra Histórica I

Autor: Padre António Bernardo Pintor

Editor: Reedição do Rotary Clube de Monção em 2004

Impressão:

Data: Apresentação no dia 13 de Agosto 2005 em Castro Laboreiro

 Nº Folhas:

15.08.2004

 

Título: Uma Campmaha na Guiné 1963/1967

AutorManuel Domingues 

Editor: 

Impressão:

Data: Apresentação no dia 15 de Agosto 2004 em Castro Laboreiro

 Nº Folhas:

Para saber mais sobre o livro, consultar a opção Noticas onde é possivel aceder a vários links com informação sobre o livro e sobre o autor.

 

10.08.2004

Título: Padroado Medieval Melgacence

AutorJosé Domingues 

Editor: Câmara Municipal de Melgaço

Impressão:

Data: Agosto de 2004

 Nº Folhas: 51

Separata do Boletim Cultural da Câmara Municipal de Melgaço, nº3, 2004, páginas 63 a 114

16.08.2003

 

Título: O Foral de D. Afonso Henriques a Castro Laboreiro, “ádito” para o debate.

AutorJosé Domingues 

Impressão: Humbertipo /Porto.

Data: Julho 2003.

Nº folhas:

Nos compêndios de História – mesmo os melhores e actualizados – nunca encontrou qualquer referência ao foral de D. Afonso Henriques a Castro Laboreiro?

Não admira! Trata-se de um embaraçoso enigma documental, com mais de oito séculos de existência, que a comum investigação científica facilmente arruma no solícito baú dos FALSOS ou, então, ignora.

 

Porquê?

Porque a única notícia que chegou aos nossos dias é um lacónico resumo feito, no início do século XVII, pelo escrivão da Torre do Tombo, Gaspar Álvares de Lousada Machado. Que, por sua vez, tem sido considerado o maior falsificador de documentos da História de Portugal.

 

Será suficiente para considerarmos falso este documento?

O P.e Bernardo Pintor, natural de Castro Laboreiro, no seu trabalho sobre os forais de Castro Laboreiro, apresentado em 1959 ao Congresso Histórico de Portugal Medievo, faz uma análise cuidadosa dos apontamentos de Lousada e tece argumentação séria em torno da sua veracidade. Sem qualquer pretensão de arrumar definitivamente a questão, antes pelo contrário, motivado pelo seu reatar e pela angariação de nova argumentação válida, surge este singelo opúsculo publicado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisa dos Montes Laboreiro.

 

Qual o interesse?

Para além do elevado interesse como fonte documental para a historiografia local, a pendência corre também sérios riscos de se converter em questão de índole bastante mais ampla se pensarmos que, espontaneamente, se pode inserir na estratégia defensiva de Afonso Henriques para a zona noroeste do reino – afinal, tudo leva a crer que este monarca veio pessoalmente tomar o castelo de Laboreiro. E, por outro lado, pode ser do maior interesse para o conhecimento dos primórdios da linha limítrofe que há muitos séculos separa os dois povos ibéricos.

Definitivamente, como o leitor pode comprovar ao ler este trabalho, são mais as perguntas do que as respostas, mas a averiguação da autenticidade deste documento foralengo terá que ser feita à margem de crenças e dogmas pré-definidos e, sobretudo, fora do espartilho dos documentos considerados autênticos e dignos de crédito.

15.05.003

 

Título: O Foral Afonsino de Monção

AutorJosé Domingues 

Editor: Centro de Estudos Regionais de Viana do Castelo

Impressão:

Data: 1º semestre de 2003

 Nº Folhas: 32

Separata de Estudos Regionais de Viana do Castelo, 2002/2003, nº 23/24, páginas 23 a 55

O foral de Monção que chegou aos nossos dias está datado de 12 de Março de 1261, no entanto, no foral de Melgaço de 29 de Abril de 1258 ficou consignado “do uobis forum de Monçon”. Ou seja, apesar do foral de Monção estar datado do ano de 1261, ele parece vir expressamente referido no foral de Melgaço, com cerca de três anos de antecedência. O que, cronologicamente, seria impossível, por isso, esta menção do foral de Melgaço gerou, desde há muitas décadas, fundadas suspeitas da existência de outro foral de Monção, anterior ao de Melgaço.

O douto e incansável Gama Barros terá sido dos primeiros autores a deparar com o aparente paradoxo documental suscitado pelos dois forais outorgados por D. Afonso III aos setentrionais municípios de Melgaço e Monção. Segue-se-lhe o sapiente conhecedor de arcanos locais, P.e Bernardo Pintor, natural de Castro Laboreiro, e, mais recente, o historiador António Matos Reis e o académico Carlos Alberto Brochado de Almeida.

Mas o autor que, pela primeira vez, estabeleceu uma data crítica, documentalmente fundamentada, para o primeiro foral afonsino de Monção (ano de 1256) foi José Domingues (um dos membros fundadores do NEPML e autor do estudo desta recensão), em artigo publicado no periódico local monçanense, A Terra Minhota, n.os 1017, 1018 e 1020, de 01 e 15 de Fevereiro e 15 de Março, do ano de 2001.

Agora, este estudo aprofunda e desenvolve os argumentos desse incipiente trabalho e carreia outros, de forma a que, apesar de continuar desaparecido o original do primeiro foral de D. Afonso III a Monção, os limites temporais da sua outorga ficam estabelecidos entre Março e Agosto de 1256.

Para este assunto é importante a consulta do trabalho de António Matos Reis, O foral de Monção, publicado no n.º 10 da revista Mínia. Este autor, no que se refere estritamente a esta controvérsia do foral afonsino de Monção, não vai muito além do que consta no artigo publicado já em 2001, no Terra Minhota, mas defende em teoria (que não partilhamos) que teria, finalmente, aparecido o primeiro foral afonsino de Monção de 12 de Março 1256.

O debate continua aberto…

12.09.1999

  Título: O Couto de S. João de Lamas de Mouro - Suplemento Histórico

AutorJosé Domingues 

Impressão: Humbertipo /Porto

Editor: 

Data: Outubro 1999

Nº folhas:127




 
 
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